quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Lente de câmera permitiria ver através da roupa

27_camera3a Rio - A loja norte-americana David Steele colocou a venda uma lente infravermelha para câmeras de vídeos que permitiria ver através de roupas, vidros escuros e óculos de sol. O produto seria a materialização do velho desejo da visão de raio-x dos quadrinhos do Super-Homem.

O fabricante explica que muitos tipos de tecido permitem a passagem de luz. Quando ela atinge a pele, é refletida através da roupa em forma de luz normal e infravermelha, entretanto só percebemos a primeira a olho nú. O que a lente faz é filtrar a luz normal, deixando somente o infravermelho o quer torna o tecido transparente.

27_camera2aAinda segundo o site, a lente funciona melhor com seda, materiais sintéticos em geral e roupas de banho. A página alerta que o produto é voltado para forças de segurança como policiais e vigilantes.

O preço do acessório é US$ 199, pouco mais de R$ 400. Está disponível nas versões de 30mm e 58mm.

O DIA

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

Orkut lança sistema de bate-papo instantâneo

O Orkut começou a implementar nesta semana o serviço de bate-papo instantâneo por meio da rede social. De acordo com o Google, dono do Orkut, o bate-papo será adicionado aos poucos no perfil dos internautas, até chegar a todos os usuários da rede social. A expectativa é que o processo seja completado nas próximas duas semanas.

O serviço é bastante similar ao Gtalk, utilizado no Gmail --a base da plataforma utilizada nos sistemas é a mesma. O Facebook já oferece um sistema parecido de conversa instantânea.

Fonte: Geek

Oi é multada por Ministério Público

Em 15 de outubro a Oi/Telemar foi notificada de que, a partir da data, teria que dispensar a contratação de provedores adicionais para os clientes do serviço Velox em todo o País. Por descumprir a decisão judicial, a Oi foi condenada a pagar uma multa de R$ 3 milhões.

O Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA), que entrou com o pedido contra a exigência de provedor, recebeu uma série de denúncias de usuários que tentaram efetuar a operação e não conseguiram.

Segundo o MPF/PA, a Telemar argumentou que não ficou claro o prazo para o cumprimento da decisão judicial. De acordo com o juiz federal Antônio Carlos Almeida Campelo, que atua em Belém, a ordem não vale para o Rio de Janeiro, já que no Estado há uma ação igual em andamento.

Porém a questão do prazo foi considerada inválida, já que o cumprimento é imediato após a notificação. A justiça também descartou possíveis dificuldades técnicas para cumprir a ordem.

Fonte: Revista Geek

Celular Motorola 'Ferrari' chega ao Brasil por R$ 1.299

São Paulo - O Motorazr2 V9 Ferrari Edição Especial, celular da Motorola inspirado na escuderia italiana Ferrari, chega ao Brasil por R$ 1.299 e preparado para a tecnologia 3G. Ele foi desenvolvido para um público que busca sofisticação aliada ao alto desempenho dos recursos e promete agradar também aos fãs da montadora de carros com conteúdo relacionado à marca - como toques especiais, papéis de parede e protetores de tela.

Equipado com duas telas coloridas (interna e externa), recurso de redução de ruído CrystalTalk, entrada USB 2.0 e compatível com dispositivos Bluetooth, o Motorazr2 V9 Ferrari possui acabamento metálico na cor preta, bandeira quadriculada estampada em sua carcaça e detalhes em vermelho, além de vir com o game Ferrari World Championship, da Gameloft, instalado.

Para os consumidores interessados em multimídia, o aparelho conta com câmera de 2 megapixels, serve como tocador de música, grava vídeos e voz. A duração estimada da bateria é de 4 horas para conversação contínua e até 9 dias em modo de espera.

"O que os usuários esperam da marca Ferrari é sofisticação, velocidade e alta performance, e o Motorazr2 V9 Ferrari Edição Especial oferece esses três atributos", diz Sergio Buniac, vice-presidente de produtos móveis da Motorola Brasil.

O preço sugerido anunciado pela Motorola, de R$ 1.299, pode variar conforme a região e planos das operadoras.


As informações são do Terra

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Conheça os equipamentos necessários para digitalizar fitas VHS

RIO - Os últimos 20 anos viram muitas mudanças na forma como gravamos e guardamos nossos filmes caseiros. Se até o fim da década de 90 o VHS reinava absoluto, aos poucos ele foi sendo substituído pelo DVD e outras formas de armazenamento digital. Para garantir uma sobrevida aos registros de nossas festas de criança e programas infantis da década de 80, pode-se escolher entre três opções: pedir para algum laboratório especializado fazer o serviço, comprar um gravador de DVD de mesa ou investir numa placa de captura de vídeo.

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- As fitas podem estar precisando de um serviço de recuperação. Os problemas mais comuns, no Rio de Janeiro, são o mofo e alguns insetos, como cupins e formigas, que secretam um tipo de ácido que danifica as fitas. Em mais de 95% dos casos, no entanto, é possível recuperar - explica Ricardo Langer, da Video Shacke, empresa focada em serviços de laboratório que está há 11 anos no mercado.

Langer conta ainda que recebe até mesmo fitas quebradas, com o rolo fora da caixa. Mesmo essas podem ser recuperadas, se a fita estiver intacta, colocando-a em um novo corpo.

Microsoft é barrada na festa dos netbooks

Os minilaptops vendem muito, mas a empresa lucra pouco com eles.

A Microsoft divulgou, recentemente, seus resultados financeiros do período entre julho e setembro. Os lucros caíram apesar de as vendas seguirem em alta. Sabe de quem é a culpa? Dos netbooks, diz Chris Liddell, principal executivo de finanças da empresa. Esses micrinhos são, de longe, o segmento que mais cresce no mercado de computadores. No ano passado, foram vendidas 500 mil unidades. Neste ano, estima-se que serão 11 milhões. E a previsão para 2012 é 41 milhões. Esses números são uma festa para os fabricantes, mas não para a Microsoft. A empresa lucra pouco nesse segmento porque seus produtos mais lucrativos não se encaixam nele. Cerca de um quarto dos netbooks rodam Linux. Nos restantes, predomina o Windows XP, mais barato e menos lucrativo que o Vista.

No passado, a Microsoft desenvolvia software pensando na próxima geração de micros. Cada novo produto podia explorar ao máximo a capacidade do hardware. Quando o programa chegasse ao mercado, os micros já estariam mais poderosos e aptos a rodá-lo. A lei de Moore tornava viável essa estratégia, que também era seguida por outros produtores de software. Mas os netbooks subverteram a ordem ao dar marcha à ré na configuração. Para ganhar portabilidade e autonomia, abriram mão do hardware poderoso. O Windows Vista, desenvolvido para o que seria a próxima geração de PCs, não roda bem neles. Por isso, a Microsoft foi forçada a estender a vida do Windows XP Home, pelo menos até que o Windows 7 fique pronto.

Num evento recente, a empresa demonstrou o Windows 7 rodando num netbook. Diferentemente do Vista, o futuro sistema operacional deverá ter uma versão leve para essas máquinas. Considerando que a outra opção é o Linux, não dá para cobrar muito por um sistema para netbook. Se a Microsoft quiser que o Windows 7 faça sucesso nesses micros, vai ter de oferecer uma versão barata do sistema. Assim, é improvável que a empresa consiga, nesses minilaptops, as margens de lucro que tem nos PCs tradicionais.

Fonte: Info Online

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Crise favorece o software livre e gratuito

opensoftware.JPGA crise financeira não é feita só de más notícias. Pelo menos não para a indústria do software livre e gratuito. Segundo um estudo do Gartner feito entre maio e junho de 2008, a piora da crise e a maior pressão para redução de custos de TI dela decorrente favorecem a adoção desse tipo de programa por empresas. A consultoria ouviu 274 companhias da Ásia, Europa e América do Norte. Delas, 85% já usam algum tipo de software livre e gratuito tanto em áreas estratégicas como em outras de menor importância. As 15% restantes pretendem adotar esses programas no próximo ano.

Isso não significa o abandono das chamadas soluções proprietárias, os programas produzidos exclusivamente por uma empresa e que não têm seus códigos de programação compartilhados com outros desenvolvedores. Os dois modelos irão conviver na infra-estrutura de tecnologia das companhias.

O Gartner ainda faz otra ressalva: “é importante lembrar que não é porque algo é de graça que não vai custar nada”, em referência aos custos envolvidos no processo de migração para esse programas, além de sua manutenção e suporte, que normalmente são cobrados pelas empresas responsáveis pelo desenvolvimento de programas como Linux e Firefox.

Outro ponto do relatório traz um alerta. Das empresas pesquisadas, 69% não tem uma política para gerenciar o uso desses programas por seus funcionários e colaboradores. Essa falta de controle pode levar à aplicação de multas a essas empresas, mas o próprio Gartner ressalta que isso é improvável.

Fonte: Época Negocios