segunda-feira, 12 de maio de 2008

Após 9 anos, Sharp volta a fabricar no Brasil

Felipe Zmoginski, do Plantão INFO

SÃO PAULO - Após quase nove anos afastada do mercado nacional, a Sharp volta a produzir eletrônicos no Brasil.

O retorno da tradicional marca ao país acontece em parceria com a Mitsui, conglomerado japonês que possui representação no país, onde atua como investidor em diversos segmentos da economia, como mineração e fabricação de fertilizantes.

A Sharp já retomou a produção de produtos no país e, neste momento, fabrica TVs CRT localmente. A fabricação fica a cargo de empresas terceirizadas, responsáveis por montar os aparelhos. Os primeiros novos CRTs da Sharp devem chegar ao varejo ainda em maio.

O projeto mais ambicioso, no entanto, é produzir telas LCD da linha Aquos no Brasil. A Sharp é a maior fabricante de telas LCD no mundo e deseja ampliar suas vendas no Brasil, mercado dominado pelas rivais LG e Samsung.

Para distribuir os produtos no Brasil, Sharp e Mitsui criaram uma nova empresa, chamada MPE. A parceria avalia o potencial do mercado brasileiro em segmentos como produtos de áudio e vídeo para decidir o que produzirá localmente.

EMC negocia com universidades paulistas

SÃO PAULO - A EMC Corporation está negociando a inclusão de duas universidades paulistas para o programa EMC Academic Alliance.

A empresa espera concluir as negociações logo para anunciar os nomes das instituições em junho e julho. Tom Clancy, vice-presidente mundial de educação da EMC esteve no Brasil nesta semana e passou por São Paulo e Rio.

No Rio, Clancy assinou na quinta-feira (8/5) o contrato com a quinta universidade brasileira que aderiu ao programa. A Universidade Estácio de Sá vai oferecer um curso de extensão de Armazenamento de Informações no currículo de graduação em Ciências da Computação.

Além da Estácio, já estão no Academic Alliance a Ulbra (Universidade Luterana do Brasil), a Fatep (Faculdades de Tecnologia Paulo Freire), Universidade Católica de Brasília e a Fundação Bradesco. Além do Brasil, participam instituições dos EUA, México, Irlanda, Rússia, Índia e China.

“Pesquisamos e descobrimos que muito poucas universidades do mundo ensinam a disciplina de armazenamento de informações”, disse Clancy à INFO. “Há uma explosão digital e é preciso ter mais profissionais que saibam gerenciar as informações.”

Segundo a EMC, a empresa fornece às universidades conteúdo específico para lidar com a ciência do armazenamento, como bancos de dados, redes, recuperação de desastres etc. Segundo Clancy, o curso “é agnóstico. Falamos de uma fundação de conhecimento necessária, que não é apenas sobre os produtos da EMC”. Ou seja, vale falar dos concorrentes durante o curso.

Fonte: Plantão INFO

Aparelhos Wi-Fi podem prevenir ataques do coração

Londres - A mesma tecnologia que é utilizada para conversar pelo celular via headset, o Bluetooth, poderá ser utilizada também para salvar vidas. A Ofcom, agência reguladora independente do Reino Unido, prevê que a tecnologia sem fio poderá ser utilizada em sensores intra-corpóreos, a fim de captar ataques do coração e outros problemas.

A tecnologia utilizada hoje em aparelhos de informática e comunicação poderia ser implantada em um monitor cardíaco, avisando o médico caso o paciente tenha algum problema. O dispositivo enviaria informações de batimentos e outras estatísticas, noticiou o site Switched.

Além disso, o aparelho também avisaria parentes ou enfermeiros que o paciente não tomou algum remédio, caso o pote onde as pílulas são guardadas não envie a informação de que foi aberto e de que o remédio foi retirado.

De acordo com o site Times Online, o aparelho seria útil também em caso de acidentes. Ao chegar para o socorro, paramédicos trariam um pequeno computador consigo que, ao ler o dispositivo, daria informações atualizadas sobre a vítima.

Ainda assim, a Ofcom alerta que uma série de pesquisas precisa ser feita a fim de estudar o impacto da radiação causada por esses sensores no corpo humano. A tecnologia já está sendo testada em Portsmouth e pode chegar ao mercado em 2011.

Com informações do Terra

sábado, 10 de maio de 2008

Vivo também negocia iPhone no Brasil, diz presidente

Gustavo Porto, da Agência Estado

FRANCA, SP - O presidente da operadora de telefonia celular Vivo, Roberto Lima, admitiu nesta sexta-feira, 9, que a companhia também negocia com a Apple para trazer o iPhone para o Brasil. Na quarta-feira, a América Móvel, dona da concorrente Claro, anunciou o acordo para trazer o aparelho ao País.

"Não posso dar mais detalhes, mas queremos trazer o iPhone para o Brasil e negociamos isso. Mas as conversas são feitas pelos acionistas internacionais da Vivo", afirmou Lima, que está em Franca, no interior de São Paulo, para anunciar a operação da Vivo em 23 cidades da região.

Lima não quis falar sobre as negociações para a integração entre a operadora e a TIM no Brasil, barrada até agora pelo fato de a legislação impedir que um mesma acionista tenha duas companhias de telefonia celular no País. "Isso é um assunto para a Telefónica", resumiu Lima sobre a companhia espanhola que tem participação tanto na Vivo, como na TIM.

Para entrar no mercado de Franca (SP), a Vivo investiu R$ 800 mil na aquisição da freqüência de 1,9 gigahertz (GHz) e mais R$ 15,5 milhões na construção da rede de transmissão, em uma loja, bem como na campanha de marketing. Hoje a região paulista já tem como operadoras de celular CTBC, Claro e TIM. Com os novos municípios, a Vivo passa a operar com rede própria em todas as 645 cidades do Estado de São Paulo.

"Ainda hoje, a companhia anuncia a mesma operação em Pelotas (RS) e no segundo semestre chega a seis Estados da Região Nordeste do Brasil, de Alagoas ao Piauí", disse Lima.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Desinstale o Symantec Antivirus Client sem a senha

1.
Open Registry Editor (regedit).
Abra o Editor do Registro (regedit).

2.
Navigate to the following registry key:
Navegue até a seguinte chave de registro:
HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\INTEL\LANDesk\VirusProtect6\CurrentVersion\Administrator Only\Security\ HKEY_LOCAL_MACHINE \ SOFTWARE \ INTEL \ LANDesk \ VirusProtect6 \ CurrentVersion \ Administrator Only \ Security \

3.
Change the value for useVPuninstallpassword key from 1 to 0.
Altere o valor para useVPuninstallpassword chave de 1 a 0.

4.
Exit Registry Editor and now you can uninstall Symantec AntiVirus Client.
Saia Registry Editor e agora você pode desinstalar o Symantec AntiVirus Client.

quinta-feira, 8 de maio de 2008

Notebook que custa R$ 999 e pesa um quilo chega às lojas no dia 23

Diário de SP

SÃO PAULO - A Positivo Informática apresentou, na quarta-feira, um notebook de um quilo a preço popular, que chegará às lojas no próximo dia 23. Segundo Hélio Rotenberg, presidente da empresa, este é o único notebook do mercado local que custa menos de R$ 1 mil. O Mobo será vendido por R$ 999 e chega para acirrar ainda mais a briga pelo mercado de notebooks populares, que antes tinha custo na faixa dos R$ 1.299.

Com sistema operacional Windows XP, o Mobo tem tela de 7 polegadas, webcam, processador de 1,0 GHz, 512 de memória RAM, placa de rede Wi-Fi e armazenamento em memória flash de 2 gigabytes. Segundo a Positivo, essa capacidade pode ser aumentada com uso de acessórios como pen drives e discos rígidos externos.

O Mobo ainda vem com discador Positivo, que permite acesso à internet discada gratuitamente (sem pagamento de provedor), Open Office, Adobe Acrobat Reader e dicionário Aurélio (grátis por um ano).

Uma versão do produto para crianças, com teclado resistente a líquidos, será lançada em junho pelo mesmo preço do Mobo. A linha para crianças segue a configuração desenvolvida para o notebook Classmate PC, fruto da parceria entre Positivo e Intel.

Em janeiro, a Asus lançou seu notebook de apenas 900 gramas: o Eee PC. Com processador Intel Celerom de 900 MHz, 512 MB de memória RAM e Xandros, do Linux, o modelo custa R$ 1.220. A Dell também oferece um notebook por R$ 1.499. O Vostro 1000 tem tela de 15 polegadas, processador AMD Sempron 2600+ de 2 GHz, disco rígido de 80 GB, Windows XP e 1 GB de memória RAM.

América Móvil, dona da Claro, distribuirá o iPhone no Brasil e na América Latina

RIO e SÃO PAULO - A América Móvil, grupo mexicano de telefonia que controla a operadora Claro no Brasil, informou nesta quarta-feira que firmou contrato com a fabricante Apple para ser a distribuidora do celular multimídia iPhone na América Latina, inclusive no Brasil.

Em uma nota breve e sem maiores detalhes, a companhia diz apenas que o celular chegará a seus clientes neste ano.

O iPhone é considerado um marco na evolução dos telefones celulares por ter sido o primeiro a reunir, em um único modelo de design avançado, recursos multimídia de áudio e vídeo, funções de iPod, acesso sem fio à internet via Wi-Fi e "Multitouch", tecnologia pioneira e patenteada pela Apple que capacita a tela para "entender" toques múltiplos e que "automaticamente oferece ao usuário o que ele quer", garante a empresa. O terminal móvel, baseado em uma versão móvel do sistema operacional Mac OS X, tem tela colorida de 3,5 polegadas que gira o que exibe de acordo com a posição em que o usuário mantém o aparelho.

Desde que o iPhone foi lançado nos Estados Unidos em janeiro de 2007 - e chegou às lojas daquele país em junho -, a Apple vem mantendo contratos de exclusividade com operadoras em cada um dos países que seleciona para oferecer o aparelho ao consumidor. Nos Estados Unidos, a operadora pioneira no lançamento foi a AT&T, alvo de críticas de fãs e analistas de mercado por limitar a aquisição do telefone à assinatura de contratos exclusivos de serviços de voz e dados. No comunicado divulgado nesta quarta-feira, a América Móvil não faz menção a essa cláusula.

No final de março, a América Móvil tinha 159,2 milhões de clientes de telefonia móvel nos países latino-americanos. No Brasil, a Claro é a terceira maior operadora, atrás da Vivo e da TIM.

O anúncio põe fim às especulações e rumores que, desde o fim do ano passado, davam conta que a operadora Vivo seria a empresa responsável pela venda do iPhone no país .
Desbloqueio e onda 'hacker'

Poucos dias após chegar às lojas dos Estados Unidos, o iPhone enfrentou uma onda mundial de desbloqueios de aparelhos com a ajuda de softwares e dicas via internet, recursos fornecidos por hackers e usuários dotados de conhecimentos avançados para quem desejasse adquirir o aparelho sem que fosse necessário limitá-lo à operadora AT&T. Apesar dos alertas publicados pela Apple na internet, de que o desbloqueio ilegal do aparelho provocaria danos irreversíveis ao iPhone , a prática é mantida até hoje em alguns países. Uma consultoria americana constatou que mais de um terço dos iPhones produzidos pela Apple estariam em uso como aparelhos desbloqueados .

Como a Apple manteve o Brasil longe dos planos de expansão de vendas no mundo , fãs brasileiros da marca adotaram a estratégia de desbloquear os aparelhos iPhone adquiridos no exterior para utilizá-los com operadoras locais.

Fonte: O Globo/Valor Online